A estrela de alva, lembrava os dias em que viajando na nave do tempo, sentia o pulsar do coração sempre que dela se aproximava esse outro cometa, que com ela gravitava no infinito...saudades desses dias em que era o Tempo da paixão!
terça-feira, 19 de maio de 2009
Na rota do coração, segue a nave do tempo, como quem corre para o vale da tranquilidade, seu porto de abrigo, no caminho...
Na sua trajectória a Estrela de Alva, revê todos os amores e desamores da terra primária, e segue o seu rumo, até onde a galáxia da paixão a conduzir...
sexta-feira, 15 de maio de 2009
Chegou a nave estrelar pelo tempo do dia, e por lá se quedou mansa e livre, tranquila como a àgua do regato que por perto corria...e vendo quanto queria quedar-se por lá...
Ficou gozando a frescura da brisa, beijando o corpo divino da Terra Mãe...
segunda-feira, 11 de maio de 2009
Tal qual o renascer das flores, assim a nave do tempo se renova em cada dia que passa.
Renasce com nova força, com energia redobrada, que a faz encarar a viagem pelo tempo sem fim da vida, com os olhos do amor...
domingo, 10 de maio de 2009
Quando no céu fervilham as luzes das galáxias, o tempo toma o lugar de colo, onde algumas estrelas se acolhem para o merecido descanso dos dias em que passam, por caminhos angulosos, onde se disputa o poder de querer amordaçar quem pela alvorada encara a Luz e destroi as trevas...
sexta-feira, 8 de maio de 2009
Quando o infinito da alma, se prolonga pelos dias em que o tempo plana em nossos corações, tudo é diferente, tudo é iluminado...há conspiração no ar para que todas as estrelas, possam convergir e brilhar com fulgor, pelos céus da vida...
terça-feira, 5 de maio de 2009
Abraçar o luar...
Nada é eterno,tudo caduca no espaço, no infinito.
Nada fica estático, a mudança é constante...
Nada, de nada é feito, e o tempo conduz a nave para a eternidade, desde o instante da chegada e na caminhada percorrida pela estrela de alva, até que chegue ao limiar da partida.
sábado, 2 de maio de 2009
Nos primeiros dias do TEMPO, era o tempo da ternura, das doçuras e brincadeiras...
Amizades tenras, donde brotavam os risos as travessuras, onde recebiamos, dos tempos maiores, todos os carinhos.
Era tempo de crescer, de formar as pequenas estrelas e de fazê-las entender os caminhos mais livres...